sábado, 24 de outubro de 2009

Amor com sexo, ou Sexo sem amor?

Vive-se atualmente numa sociedade extremamente machista, onde quantidade passa a ser sinônimo de respeito e qualidade sinônimo de homossexualidade. Ser seletivo? Nem pensar!
A questão é: sexo faz falta? Até que ponto devemos nos entregar aos prazeres da carne, pela simples falta de contato físico? Nem sempre, química sugere um parceiro nota dez de cama, e nem sempre aquele mirradinho te sugere um fracasso sexual.
Fato é que, quem vê cara, não vê coração! O exterior é tão hiper-valorizado, que por mais que o cara seja um rude, um grosseiro, a casca parece valer à pena.
Aí, vai você, transar com um cara que nem sabe onde por as mãos. De qualquer forma, bem feito, deveria ter escolhido melhor seu parceiro de cama.
O índice de AIDS entre mulheres casadas, aumentou assustadoramente nos últimos anos. Mas o que tem a ver tudo isso que eu digo?
As mulheres se casam POR AMOR, e por amor elas transam somente com seus maridos. De forma que temos uma monogamia MUITO mais sólida da parte feminina. Isso não quer dizer que não há mulheres infiéis no mundo. Ou seja, o risco cai para 50%.
Os homens casam por amor, sim, mas não é por amor que eles transam com suas esposas. Tanto é que se dentro de casa, não há sexo, ele procura outra na rua sim, sem dó nem piedade. Isso que dizer que eles não amem suas mulheres? Não necessariamente, o problema é que sexo é mais impregnado na cabeça do homem como uma obrigação e necessidade, que o leva a alimentar relações de risco, em sua maioria sem a devida prevenção. (Se disser que anda com camisinha na bolsa pra f**** com prostituta, ta m-e-n-t-i-n-d-o!!!).
Enfim, essa é a diferença básica entre homem e mulher sexualmente ativos.
Mulheres, prefiram ser cornas a serem mal comidas e doentes.
Homens, prefiram ser não-comedores a serem doentes.
E assim, todo mundo fica feliz, afinal de contas, pra que temos dez dedos nas mãos? Não é só pra escrever, eu garanto.
Porque realmente, ninguém melhor que nós mesmos para definirmos nosso real prazer.


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Carrie Bradshaw

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O sentido da vida é viver o grande amor?

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O sentido da vida é viver o grande amor? Será? Será mesmo?
Tem muita gente que vive em busca do grande amor, mas será que viver à procura é a grande jogada? Creio que não!
O ser humano anda tão obcecado por essa incessante busca que, toda vez que encontra alguém que se torna mais próximo, tende à atribui-lo tal predicativo. (Atentem para o fato de que o 2º artigo, "o", encontrado no título, é definido e não pode ser empregado para qualquer um!) Este pensamento, então, me leva a crer que: ou existem vários grandes amores para uma só pessoa ou esse "grande amor" está longe de existir.
Pensemos de uma forma individual: Cada ser humano é um grão de areia na imensidão do mundo, logo, quem é que garante que seu grande amor não esteja vivendo no alto do Monte Fuji ou nas geleiras do Polo Norte? (isso se ele realmente existe, né?)
Qual a probabilidade de se encontrar o grande e verdadeiro amor? 1 em 6,5 bilhões! Se o sentido da vida é viver o grande amor, creio que a vida de muita gente vai acabar sem sentido! Radical, não?

Então aí vai a dica:

Não fique obcecada e nem desesperançada, aprenda a viver com aquilo que tem! Lembre-se: Se você continuar naquela de buscar (porque a raiz do ser humano é ver a grama do vizinho sempre mais verde), pode acabar passando pela vida sem aproveitar o que realmente vale a pena: UM amor, seja ele grande ou pequeno; UM carinho; UMA amizade; UM sorriso; UMA demonstração de afeto...

( um(a)- artigo indefinido )



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Miranda Hobbes

terça-feira, 4 de agosto de 2009

É amor? Sim!!

"Impossível tirar da cabeça o que persiste no coração". É verdade. O amor é algo tão diferente, que quando você menos percebe, é que se dá conta do quanto ama. Mesmo sabendo o quanto já sofreu em outrora, o sorriso mais lindo do mundo é o da pessoa amada. O abraço mais acolhedor, batata! É do cara. E tem o beijo, as carícias, o sexo... Tudo atinge a perfeição quando se ama. É por isso que dizem que quando se ama, nos sentimos mais próximos de Deus, porque é algo divino, que transcende o entendimento. Inexplicável. Ninguém tem o direito de tentar desviar o foco do amante. Seus olhos pertencem ao escolhido. E quanto mais se tem, mais se quer estar junto, por perto. O amor seria uma fusão. Mas, de quê? Esse post será breve, porque tenho me perguntado ultimamente o que o amor foi para mim, o que é, e o que poderá ser. Confusão? Talvez. Mas as almas mais calejadas, é que sabem o significado da verdadeira coita amorosa.
Só o amor constrói?


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Carrie Bradshaw

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Jantar, cinema, beijos de boa noite, sexo, namoro. Alma gêrmea???

O que é alma gêmea? Quem criou este conceito? O que ele significa na vida de um indivíduo ou de toda uma comunidade? Há diferenças entre este conceito no oriente e no ocidente? Por que ela é tão valorizada pela sociedade ocidental? Bem... é difícil falar de algo que é tão abstrato! É como discutir o sexo dos anjos, se Machado de Assis é realista ou não, se Deus existe,... Vamos, então, ao conceito de alma gêmea dado pela sociedade ocidental! Alma gêmea é aquela pessoa que vai te completar em todos os sentidos; que é o amor da sua vida; com quem você construírá toda uma família, incluindo a constituição de toda uma descendência; alguém perfeito para você, elegido pelo Destino para te fazer feliz. Alguém notou problemas nesse conceito? Eu noto vários! Há bilhões de seres humanos povoando o planeta Terra. Há, para cada ser humano, somente, UMA alma gêmea. E as pessoas com as quais tivemos um ótimo relacionamento, cuja história não chegou a ser um romance, mas uma crônica, um conto, ou até mesmo uma frase? Pessoas com as quais nos divertimos tanto; que ficaram do nosso lado nos momentos felizes e difíceis; que nos aceitou exatamente como somos? Se o relacionamento não deu certo, é porque aquela pessoa não era a nossa alma gêmea ou porque as diferenças entre ambas as partes eram mais fortes? Afinal, rompimentos acontecem, lágrimas e momentos dramáticos permeiam o fim de um relacionamento amoroso; contudo, isto o torna menos repleto de amor? Por que, para cada ser humano, há, somente, uma alma gêmea? Por que não algumas, que nos fazem sentir bem em todos os momentos (tristes e alegres)? Por que presumir que esta alma gêmea tem que ser, obrigatoriamente, alguém com quem teremos um relacionamento amoroso, com paixão? Por que não um pai, uma mãe, um amigo, um namorado? Para falar a verdade, acredito que esta história de alma gêmea é balela. Acredito piamente que somos animais e que não devemos ignorar o nosso extinto. Se alguém consegue nos prender por meses, anos ou uma vida, é porque há uma série de fatores envolvidos. Afinal, a ideia da pessoa perfeita propagada pela mídia é alguém que é simplesmente PERFEITO. E as meninas ingênuas de 15, 16, 17, 18, 25, 28, 30, 39, 47, etc sempre caem neste lugar comum! E toda pessoa que aparecer e ter um relacionamento amoroso será sua alma gêmea... mesmo que pelo tempo de ter um orgasmo e ele nunca mais te ligar. Dai, ela se lembrará dele(a) carinhosamente como um babaca. O amor é o maior mistério da humanidade. Todos tem a mesma ideia de amor, mas quando se deparam com alguém cujas ideias de amor são diferentes, estes são considerados verdadeiros Shreks ao invés de príncipes encantados ou princesas numa torre vigiada por um monstro ou bruxa má. Mas, apesar de alguns, inconscientemente, se questionarem sobre o lugar comum do conceito de alma gêmea, eles são engolidos por ele. A ideia de alma gêmea é tão tentadora e instigante assim ou apenas precisamos acreditar em contos de fadas para dar um sentido abstrato e confortante para as nossas miseráveis vidas?


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Samantha Jones

sexta-feira, 12 de junho de 2009

A ausência da virgindade implica em certeza de sexo?

Amigos leitores, gostaria de dividir com vocês, uma dúvida que me assola a mente.
O fato da garota (ou garoto tb, o que é mais atípico) não ser mais virgem, a obriga, a ter que, transar com todos os caras com quem ela sair? É, eu questiono isso, porque alguns homens qd descobrem que a menina não é sexualmente ativa, costumam atribuir certos adjetivos à elas, como: pura, angelical e até tranquila!!!!!!!!!! Pois bem. Ótimo ouvir isso né? Mas, quando a menina, no caso, já foi ‘’deflorada’’, parece que todos esses ‘elogios’ minam! De uma hora para outra, a mulher não é mais pura, é suja??? Não é angelical, é diabólica? Desde quando, virgindade virou rótulo de caráter e personalidade? Por que só as virgens merecem respeito, e as mulheres ‘’com mais bagagem’’ não? Por que? Queria entender.
Então quer dizer, que não temos direito de sair com um cara, que nos agrada, sim, mas aquela coisa de beijinho..e só..e não queremos sexo, e qd deixamos isso claro, o sujeito fica p*** da vida? Por que? Onde ta escrito que ‘’Não sou mais virgem, dou pra quem chamar p/ sair’’. Que história é essa? Nós mulheres não temos mais o direito de sermos seletivas, assim como são os homens (e como são!), ou então de transarmos por amor. O que nos obriga a tal ato? Não ficar queimada na rodinha de amigos dele? Ou, como o cara é gato, eu não transo com ele hoje, ele nunca mais vai querer sair comigo? Então temos que ceder quando eles querem e não quando nos sentimos à vontade?
Sabe o que sinceramente eu acho meus queridos? A qualidade dos homens está ficando cada vez pior. Gente, que safra podre é essa? Alguém nos explique? Ou parem o mundo, porque, nós mulheres, sim, as mulheres que se dão ao respeito, querem descer.



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Carrie Bradshaw

sábado, 28 de março de 2009

"Preciso te ouvir dizer que precisa de mim até o fim"

Tudo na vida é transitório, incerto, instável. As pessoas buscam o amor e a felicidade, sofrem, lutam, trabalham, se divertem, riem, choram. Nesta semana, tive meu momento de carência. Não sei o motivo para que isto acontecesse; mesmo assim, senti-me muito carente, vulnerável, com saudades de algo ou de alguém. Minhas reminiscências mais alegres e positivas vieram à tona e tomaram conta do meu coração. As pessoas com as quais eu convivi apareceram para mim uma a uma. Tudo o que eu sinto é um vazio enorme no meu coração, uma sensação de que minha vida não mudou, de que eu não mudei, de que o tempo parou. Olho para o espelho e me vejo, ainda, criança, sonhando com um mundo colorido onde tudo é alegre, tudo é felicidade. Vejo-me abraçando minha família, meus amigos, sendo elogiado pelas "tias" do Colégio Anchieta, beijado pela minha mãe antes de dormir. Mas, no fim do dia, tudo o que eu vejo é uma pessoa psicologicamente envelhecida, triste e amargurada. Alguém que sente falta de algo para preencher o vazio no seu coração que aumenta cada vez mais. Lembrei-me de minha avó. Tive vontade de chorar a sua perda, algo que não fiz quando soube de sua passagem para o mundo dos mortos. Ao que parece a anestesia que eu mesmo me dei perdeu o efeito, e sinto aquela dor da perda. Olho para o presente e vejo que tudo mudou. As pessoas que amava partiram, seguiram suas vidas e buscam a felicidade. Então, lembro-me de uma querida amiga, uma mulher que recentemente sofreu com duas perdas e um tumor no rim direito. Como ela lutou para sobreviver! E conseguiu! Olho para ela e procuro em mim essa força de vencer e de prosseguir com a minha vida, mas eu não a encontro. Quero um afago, um carinho, um gesto de amor e/ou amizade que me conforte e me dê forças para continuar em frente. Não quero perder minhas forças, mas, aos poucos, ela vai se esvaindo do meu coração, dando lugar à uma tristeza profunda. Quero a minha alegria de volta!


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Samantha Jones

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Quando deixamos de ser Shiryu de Dragão para nos tornarmos Saga de Gêmeos?

Eu venho de uma geração transitória. As velhas brincadeiras e os avanços tecnológicos voltados para o público infantil coexistiam harmoniosamente. Mas não é disso o que eu quero falar. Minha infância foi marcada não só pelos programas infantis das emissoras abertas comandados por loiras; e por desenhos animados que tinham um caráter psicologicamente didático. Os animes. Ah, os animes! Não se fazem mais animes como antigamente, onde os heróis lutavam em prol de um único objetivo: o amor e a justiça. Eram como os textos homéricos onde personagens como Odisseu (ou Ulisses, em Roma), Paris, Heitor e outros tinham uma personalidade única e lutavam pelos seus ideais. Dizem que o adulto corrupto, mau e desonesto é fruto de uma infãncia na qual este vivia num ambiente assim. Mas, com o passar do tempo, percebi que essa é uma visão muito reducionista a respeito do comportamento humano; afinal, pessoas que viveram a mesma época que eu estão sendo engolidas pelo mar revolto e cruel: o mundo capitalista. Não levanto essa ou aquela bandeira ideológica. Já se foi o tempo em que Cazuza cantava "ideologia eu quero uma para viver". Salvo algumas exceções, as pessoas, em geral, estão substituindo os bons valores morais de respeito, compreensão e justiça por outros que, até uns 10 anos atrásm, eram vistos com um olhar de repúdio. Bandidos estão entrando nas nossas vidas, policiais estão se tornando aquilo o que juraram combater, jovens estão se destruindo com substâncias químicas fortes e potencialmente perigosas. Quando eu era criança, eu torcia para que os cavaleiros de Atena destruíssem os planos malignos do Mestre Ares, de Hilda e de Poseidon, porque o único objetivo destes era destruir o planeta. Eu gritava "vai, planeta" quando cinco jovens empunhavam seus anéis super estilosos e uniam seus poderes. Eu queria que a Rainha Beryl fosse para a puta que a pariu com seus planos diabólicos para dominar a Terra. Caro leitor, você deve saber de que personagens eswtou falando! Exceto pelo desenho do Capitão Planeta, todos são animes. No decorrer dos anos, eu vejo pessoas praticando ações às quais detestavam na infância quando assistiam à programas de TV. A modernidade implica numa revisão de valores, mas isso quer dizer quea sociedade deve considerar aceitável e digno de respeito um homem que manda para outra dimensão as pessoas que, de certa forma, o "desafiam". Quando deixamos de ser Shiryu de Dragão para nos tornarmos Saga de Gêmeos?


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Samantha Jones